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Ter MEDO? Pode sim! Conheça os medos mais comuns da infância.

Seu filho tem medo do bicho papão? Medo de perder alguém da família? Medo do escuro? Medo de ficar sozinho? Não se assuste, esses medos representam um sinal da evolução do pequeno para sua própria independência. Esses medos podem ser reais ou não. Às vezes, é apenas uma interpretação pelos olhos dos nossos filhos.

Existem fases e medos mais comuns de acordo com a idade das crianças. Desde o momento que eles chegam a esse mundo e se dão conta da “própria existência” até ao momento em que não pode errar uma questão da prova na escola.

Vamos falar um pouquinho sobre eles?

 

QUANDO BEBÊS

Mesmo bebês, já vivenciam o processo de sentir medo. Eles têm medo de estranhos, por serem diferentes daqueles que participam da convivência diária dele. São desconfiados, atentos a qualquer “indivíduo” que não seja “mamãe e papai”. Ou ainda, qualquer pessoa que não faça parte do círculo de segurança dele.

E na consulta de pediatria? Vixi, ai mesmo que gruda no pescoço das mamães. Esse medo é super normal, já que o médico é realmente um “indivíduo estranho” na visão dos pequenos. Por esse motivo, os profissionais tem que ter uma paciência e saber contornar a situação.
 

ELES CRESCEM E OS MEDOS VÃO MUDANDO

Com o passar do tempo, os medos vão mudando. Na faixa de 1 a 2 anos, os medos variam entre coisas que se mexem, barulhos fortes, ou mesmo a água do chuveiro na hora do banho. Se o seu filho sofre com algum desses medo, pense em alternativas. Por exemplo, não precisa ter o sofrimento para tomar banho, tente distrai-lo com brinquedos ou até mesmo atividades no banho para torná-lo mais atrativo. Você vai ver o quanto mais fácil vai ser.

Aos poucos, nossos filhos vão se tornando mais independentes, e seus medos mudam.

Independente de quais sejam, tenha paciência, respeite e acolha o medo de seus filhos (já viu que no curso online de Inteligência Emocional de Pais e Filhos falamos do acolhimento?). E pense que são fases.

Na fase de 3 a 4 anos a criatividade de nossas crianças se aflora e tudo fica mais fantasioso. Se ele assiste um filme sobre piratas, pode achar que aquilo é real, que piratas realmente existem e sentir medo. Assim como se em algum momento não quiser ficar sozinho no escuro, por conta de monstros, ou outras fantasias que ele mesmo cria. O importante nesse momento, é ter o diálogo com seu filho e mostrar que aquilo não é real. Entender e respeitar o medo deles.

A partir dos 4 anos os medos começam a fazer mais sentido com a realidade. Como perder um ente querido, medo de errar, medo do abandono ou rejeição social.

Assim como nas crianças, nós também sentimos medo. E esse medo vai evoluindo ao longo do tempo e conforme cada fase da nossa vida. E, por que não, dividir seus medos com as crianças? Esse simples ato aproxima e aumenta a conexão entre vocês.

Lembra do monstrinho do MEDO? Baixe ele aqui.

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