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Emoções “ruins” são realmente ruins?

Muitas vezes fica implícito na nossa sociedade que não devemos nos mostrar tristes e que o choro deve ser evitado.

Expressões como “homem que é homem não chora” ou “não tens motivos para estar triste” é o mesmo que dizer: “Não expresse os seus sentimentos ruins”. Fomos educados a não sentir raiva e quanto ao medo é só para os mais “fracos”.

Geralmente, classificamos as emoções como boas ou ruins, positivas ou negativas. No entanto, é fundamental compreender que todas são importantes para nosso desenvolvimento.

 

Elas não são boas nem más.

Elas podem ser agradáveis ou desagradáveis mas são todas adaptativas, isto é, orientam-nos para a nossa sobrevivência. É importante entender que todas elas têm um papel fundamental de alertar e sinalizar quando percebemos que algo importante para o nosso bem estar está acontecendo.

O medo, por exemplo, pode ser desagradável, mas é ele que nos alerta para o perigo! Imagina se as crianças não tivessem medo?! Elas com certeza colocariam a mão no fogão, ou poderiam se entregar a qualquer desconhecido entre outras ações que a colocariam em risco.

A raiva também é desagradável, afinal nenhuma criança gosta quando é contestada ou quando algo que deseja não ocorre. No entanto ela é fundamental para os pequenos expressarem os motivos de sua insatisfação.

A raiva nas crianças pequenas facilita a ação para alcançar uma meta e pode estar vinculada a uma qualidade humana positiva: a persistência. 

A tristeza, apesar de não ser agradável, nos ajuda a identificar e a evitar o que nos faz mal. Ela tem a função de desencadear a conexão frente a perda. Isto é, se o seu filho ficou triste depois de brigar com um amigo, a tristeza vai ajudá-lo a identificar que não é legal repetir os atos que desencadearam esse sentimento.

Afinal, será que as emoções “ruins” são realmente ruins?  Lembre-se! Todas as emoções, sejam agradáveis ou desagradáveis, têm papel fundamental no desenvolvimento dos pequenos. E em nós mesmos!

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