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O que queremos para nossos filhos?

Educar um filho dá trabalho, não é uma tarefa simples e fácil. Por vezes, os pais sentem-se  cansados, estressados, frustrados ou simplesmente, sem tempo. Ser pai e mãe exige dedicação, paciência, autocontrole, energia, amor, perseverança... Opa... se acendeu uma “luzinha de alerta” em sua mente é bom não ignorá-la, ela pode estar sinalizando pista importantes do que não está indo bem, caminhando como gostariam. Como dedicar tempo para a educação dos filhos se nunca temos tempo? Priorizar, organizar rotina, estar realmente presente na companhia dos filhos, compreender quais valores são importantes para vocês pais, e se sintonizar com as necessidades emocionais dos filhos são algumas sugestões que podem orientar esse processo de educar.

 

Se o tempo é curto, é preciso que ele seja de qualidade. Mas como seria esse tempo de qualidade com os filhos? Quais valores são fundamentais para vocês e que devem orientar a educação dos seus  filhos? E seus filhos o que eles consideram importante e do que eles precisam para estar no mundo e se virarem quando forem adultos?

Ok. Não se desesperem. Saibam que educar uma criança não é simples e nem fácil. Afinal, não existe receita pronta. Cada pessoa, família, comunidade, têm suas próprias crenças e valores. Sugiro um exercício para vocês começarem a se conectarem com seus valores e propósitos direcionados a educação dos seus filhos.

 

  1. Faça uma lista do que é importante para vocês na educação de seus filhos. Ex. gentileza, autonomia, autodisciplina, autoestima, habilidade para se relacionar, prática de esportes, boa alimentação…

 

  1. Escreva o que você tem feito para ajudar seus filhos a desenvolver essas habilidades. Ex. combino que meu filho deverá ajudar a família a realizar algumas tarefas para casa apropriada a sua faixa etária; convido amigos para brincar com meu filho ou incluo  atividades com os amigos nos finais de semana; dedico um tempo diariamente para conversar ou brincar com meus filhos; organizo a rotina de sono, alimentação, estudo e me certifico de que será cumprida…

 

  1. Note o que tem desviado vocês de seus objetivos, considerando: pensamentos sabotadores – “Estou muito cansado hoje. Compenso no final de semana com um passeio no clube ou qualquer outra atividade”; “Ele é muito desobediente. Não tem jeito, ele sempre será do contra!”; “Vou deixar ele jogar só mais um pouco de vídeo game pois ele insistiu muito e fica tão tranquilo...”; “Não sou uma boa/bom mãe/ pai”; “Meu filho poderia ser igual a seu amigo que é tranquilo, educado, obediente...”. Comportamentos sabotares: superprotejo, adio, “deixo para lá”, critico, prometo mas não cumpro, falo sem parar e não escuto, deixo ele fazer o que tem vontade sempre, faço por ele... Emoções desconfortáveis – tristeza, frustração, raiva, medo, ansiedade, preguiça, ciúmes…

 

  1.    Reflita e liste comportamentos orientados para aquilo que é importante para a educação de seus filhos. Por favor, seja realista. Lembre-se que você e seu filho não é uma máquina! Ex. incluir na rotina um tempo para jogar, brincar e conversar com meu filho diariamente; Organizar e cumprir rotina adequada e realista de sono, alimentação, estudo, apesar dos protestos; Escutar mais meu filho; Fazer promessas que cumprirei como o cinema do final de semana, a leitura do livro antes de dormir...; Aceitar que não sou perfeito, e posso errar e aprender com meus erros...

Esse exercício ajudará vocês a se conectarem com seus valores, entender melhor quais   desviam vocês daquilo que traçaram como fundamental para a educação dos seus filhos, e a se conectarem com àqueles que estão em sintonia com o que lhes é importante. É preciso entender que alguns desvios irão acontecer, assim como reavaliações das estratégias que escolheram, pois afinal vocês não são robôs que seguem mecanicamente um script pré-programado. Sempre haverão obstáculos ou mudanças no meio do caminho, o importante é estar atento e consciente ao notar o que realmente é fundamental para vocês e seus filhos, e aos rearranjos que precisarão fazer, aceitando que ninguém é perfeito.  Desta forma, irão aprender a realizar escolhas mais comprometidas com seus valores, libertando-se de automatismos que os levam a repetir sem refletir aquelas práticas disciplinares que aplicam porque conhecem, mas sabem lá no fundo de suas mentes e corações que de fato não lhe servem mais, não funcionam como gostariam.

 

Agora, é arregaçar as mangas e começar o trabalho, comemorando cada ganho e sucesso, reavaliando o que não deu certo. Se tiver interesse em se aprofundar mais neste assunto garanta o curso Emoções em Família e Tsunami Familiar.

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