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Precisamos melhorar a relação entre pais e filhos! – Tonia Casarin

Qual é a qualidade de tempo que você tem dedicado aos seus filhos?

Rodeados de tecnologia, com exigências profissionais cada vez maiores e com um milhão de afazeres, é difícil encontrar um espaço na agenda para melhorar a relação entre pais e filhos.

O problema é essa deficiência no relacionamento pode acarretar diversos problemas no desenvolvimento socioemocional das crianças.

Você tem investido na relação familiar? Quais problemas podem ocorrer com uma dinâmica deficiente entre pais e filhos? Veja a seguir neste post:

Quais problemas uma relação familiar deficiente pode acarretar?

A partir desse contexto, surgem diversas dificuldades na relação familiar que podem ser vistas por meio do aumento agudo e constante de doenças mentais na infância. Nos últimos 15 anos, os pesquisadores nos deram estatísticas que estão atingindo proporções epidêmicas:

  • 1 em cada 5 crianças tem problema de saúde mental;
  • um aumento de 43% no TDAH foi observado;
  • um aumento de 37% na depressão adolescente foi observado;
  • um aumento de 200% na taxa de suicídio foi observado em crianças de 10 a 14 anos.

Claro que não se pode assumir que esses números sejam todos consequência do nosso dia a dia atribulado, mas, por que não prestar atenção?

Por que isso está acontecendo?

Algumas das causas dessa epidemia são:

  • pais digitalmente distraídos, sempre focados no celular ou no tablet;
  • pais indulgentes e permissivos, que têm dificuldades de impor limites e fazer tudo para as crianças;
  • crianças que não sabem lidar com a frustração (muitas vezes, por serem muito protegidas);
  • falta de momentos de atenção, amor e carinho com os membros da família.

O que fazer para reverter esse quadro e melhorar a relação entre pais e filhos?

As crianças de hoje estão sendo estimuladas e superdimensionadas com objetos materiais, mas são privadas dos conceitos básicos de uma infância saudável algo que só uma relação entre pais e filhos bem estruturada pode oferecer.

Mas como fortalecer essa dinâmica? Atendendo às necessidades emocionais básicas das crianças, como:

  • prover uma base estável com previsibilidade;
  • dar autonomia;
  • impor limites realistas;
  • ter momentos para brincadeiras;
  • aceitar as diferenças (positivas e negativas) e elogiar seu filho quando necessário.

Aceitação e elogio, aliás, são alguns dos cuidados que os familiares devem garantir para que os pequenos tenham uma infância saudável. Não adianta ficar horas com a criança se a qualidade da relação não é boa.

Esteja atento para quando se dedicar à brincadeira com o seu filho, concentrar-se totalmente nele, divertir-se e tentar esquecer o mundo lá fora. E, claro, desligar o celular e a TV! 

Que tal melhorar a gestão do seu tempo, definindo prioridades e estabelecendo um tempo para estar 100% com as crianças?

É essencial ter esse momento com eles para promover saídas e momentos de descontração em família, desfrutar de atividades em conjunto (fazer o dever de casa ou uma refeição juntos, por exemplo) , conversar e entender o mundo interno deles.

O importante é não deixar de se conectar emocionalmente com as crianças! Sorria, abrace, beije, faça cócegas, leia, dance, pule, brinque e, principalmente, converse com elas!

A atenção é o bem mais precioso que você pode oferecer aos seus filhos. Acredite: você não vai se arrepender de investir na relação entre pais e filhos.

Caso precise de uma ajuda, não deixe de fazer o curso online em que falo sobre a qualidade da relação entre pais e filhos, como lidar com as emoções e ainda dou 50 atividades para você trabalhar com os pequenos e promover um ambiente emocionalmente saudável em família. Confira tudo sobre o Curso Emoções em Família!

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